Quanto custa um aplicativo? Saiba todas os custos envolvidos

internúcleos poli Júnior

O desenvolvimento tecnológico, principalmente no sentido dos dispositivos móveis, tem causado um crescimento elevado do mercado de desenvolvimento de aplicativos.

No entanto, o seu desenvolvimento necessita de profissionais qualificados, o que irá gerar um custo para a empresa. Além de ser necessário computadores e demais, possíveis ferramentas para se testar o aplicativo.

Portanto, é importante que os gestores busquem saber quanto custa um aplicativo, como se dá o seu desenvolvimento e quais as melhores opções entre a criação de um departamento novo na empresa que irá desenvolvê-lo ou a terceirização desse serviço.

Assim, para definir quanto custa um aplicativo irá depender de diversas características essenciais para o aplicativo. Onde seu custo pode ser pode variar graças ao tipo de aplicativo que será desenvolvido e suas funções.

Custos envolvidos no desenvolvimento de um aplicativo

Para se mensurar quanto custa um aplicativo é preciso, antes de tudo, definir alguns fatores importantes para medir o grau de dificuldade do desenvolvimento. Consequentemente, a necessidade de expertise necessária para a prestação desse serviço.

A seguir, tratamos melhor de cada um desses fatores e como funcionam:

#01. Defina o modelo de negócios

Como um dos principais objetivos para mensurar quanto custa um aplicativo é averiguar o retorno financeiro que se terá com ele. Assim, um dos primeiros passos para conseguir esse dinheiro com o aplicativo é buscar uma forma de monetizá-lo de um modo que se adéque a sua demanda.

Pensar no modelo de negócio pode auxiliar na busca por investidores e a se planejar uma divulgação de forma mais efetiva.

Existindo no mercado vários modelos de aplicação que podem ser seguidas e vão impactar, de formas diferentes, no quanto custa um aplicativo. Alguns deles são:

Aplicativo pago

A primeira opção que surge ao se pensar em monetizar um aplicativo são os aplicativos pagos. Nessa estrutura é priorizado o pagamento antes da efetuação do download.

Isto é, para que o cliente tenha acesso ao aplicativo ele deverá pagar um determinado valor, e só apenas isso poderá baixar e utilizar o app.

Este é um tipo de sistema que permite receber por cada pessoa que fez o download do aplicativo. No entanto, pode não ser a melhor opção inicialmente, enquanto o aplicativo não tem a fama de solucionar o problema.

Assim, a escolha por um meio de monetização deve  ser feita com cuidado, além de levar em conta o tipo de produto que é oferecido para o público.

Aplicativo gratuito com serviço pago

Outra opção de monetização é não cobrar pelo download, mas sim por determinadas funcionalidades personalizadas que o aplicativo pode oferecer.

Muito comum, principalmente em aplicativos de games, onde se pode comprar a moeda do jogo, que pode liberar ferramentas extras, ou opções de personalização.

Aplicativo com anúncios

Esta é uma opção muito conhecida já em sites e blogs, onde se oferece um espaço para a divulgação de anúncios e a cada clique, download ou compra se recebe uma porcentagem.

Assim, as impressões, quantidade de pessoas que visualizaram o anúncio, e o número de cliques irão influenciar diretamente o valor que se receberá.

É importante se atentar para que não haja um grande volume de publicidade que pode aparecer na tela do usuário. 

No entanto, para se ter um retorno financeiro satisfatório utilizando esse método de monetização, é preciso que se tenha uma grande quantidade de anúncios no app, o que pode causar incômodo nos usuários.

Aplicativo com versões gratuitas e pagas

Esse é um modelo muito comum no mercado de aplicativos. Nele, o desenvolvedor cria duas versões do app, onde uma será gratuita e outra paga.

Na versão gratuita os usuários terão acesso a uma parte das funcionalidades e conteúdos do app. No entanto, serão constantemente interrompidos por anúncios de diversas formas.

Enquanto a versão paga tem uma grande melhoria na interação entre o cliente e o aplicativo. Disponibilizando todas as funções e conteúdos inéditos para o consumidor que estiver disposto a pagar, livre de qualquer publicidade durante o uso do aplicativo.

#02. Defina as funcionalidades

Com a definição do modelo de negócio, o segundo passo na hora de saber quanto custa um aplicativo é se pensar nas funções que o aplicativo irá apresentar.

Se será necessário um login por e-mail, localização por GPS, compartilhamento em redes sociais e chamadas com um toque são algumas das funções que podem ser oferecidas.

Existem três tipos de app:

  • Nativo: tem a capacidade de indexar todas as funções desejadas, e são consideradas mais completas;
  • Híbrido: possuem acesso a um número limitado de funções;
  • WebApp: possuem uma limitação muito grande à inclusão de funcionalidades. Por isso, é um modelo pouco explorado, ou com foco em apenas alguns nichos.

Após definir o tipo de aplicativo, liste todas as funções realmente indispensáveis para o aplicativo. As funcionalidades que constarão nele influenciam diretamente em quanto custa um aplicativo.

Assim, quanto mais características ele tiver, maior tempo será necessário para o seu desenvolvimento, além de gerar maior valor em relação a quanto custa um aplicativo.

#03. Defina o sistema operacional

Com as funções definidas, para descobrir quanto custa um aplicativo para a sua empresa, é hora de decidir qual ou quais os sistemas para os quais o app será desenvolvido. Onde os principais são o iOS e o Android, da Apple e Google, respectivamente.

O público alvo irá definir qual o sistema será o foco do desenvolvimento. É preciso fazer um estudo prévio sobre qual tipo de aparelho é mais popular entre os consumidores que serão atraídos por aquele app.

#04. Planeje o design do aplicativo

Pessoa vendo quanto custa um aplicativo
Pessoa vendo quanto custa um aplicativo

O design do app influencia diretamente a visibilidade e a interação com os usuários. Sendo necessário haver uma conexão entre as funções escolhidas e o design intuitivo do app.

Um bom método para garantir bons resultados nesse sentido é se baseando em pesquisas. 

Reunindo informações de quais apps são mais utilizados pelo público alvo, se poderá perceber os pontos que atraem os usuários e, a partir disso, definir o melhor design para o aplicativo.

Esse é o quarto fator para definir quanto custa um aplicativo e precisa de bastante atenção. Já que o design é uma parte muito importante para a impressão que o usuário terá do app.

#05. Painel do administrador

Dependendo do tipo de app que se está desenvolvendo, pode ser necessário verificar a criação de um painel do administrador. Este tem a função de acompanhar os principais dados e ações dos usuários.

Como em um aplicativo de varejo, onde se tem a necessidade de saber quais produtos estão sendo comercializados com maior ou menor frequência. Entre outras observações como o lucro obtido com determinado tipo de produto.

#06. Contratar uma empresa ou freelancers?

A partir do esboço que criamos do aplicativo, é o momento de então se preocupar com um dos principais fatores na hora de descobrir quanto custa um aplicativo, por quem ele será desenvolvido.

Como grande parte das empresas não têm um departamento de TI qualificado para o desenvolvimento de app, é comum a contratação de uma empresa terceirizada, ou mesmo de desenvolvedores freelancer para produzirem o aplicativo.

Ambas as opções têm seus pontos fortes e fracos, a contratação de freelancer é a opção mais barata. No entanto, em um aplicativo mais complexo pode haver desacordos entre os freelancers.

Já ao se contratar uma empresa terceirizada, apesar de ser mais caro, se tem um maior espírito de equipe. Dessa forma, reduzindo desavenças e desacordos entre os membros durante o desenvolvimento.

Esses desacordos afetam diretamente no quanto custa um aplicativo, pois podem causar atrasos, ou até mesmo inviabilizando o desenvolvimento.

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