Aprenda como estruturar a sua ideia de negócio em algo lucrativo

Você sabia que o Brasil é um dos países com o maior número de empreendedores? Devido à pandemia do Covid-19, esse número aumentou. Em face à crise que gerou um grande aumento no desemprego e queda na renda, os brasileiros tiveram que buscar alternativas criativas para garantir o seu sustento – em muitos casos, hobbies foram transformados em trabalho, bastando apenas monetizar uma atividade prazerosa já praticada.

Embora o contexto seja infeliz, empreender é uma atitude muito positiva, afinal, muitas pessoas sonham em ser donas do próprio negócio, sem depender de chefes, de horários pré-estabelecidos, de grandes investimentos ou de longas carreiras. No entanto, essa escolha requer muita responsabilidade e planejamento, a fim de evitar que o projeto tão sonhado vá por água abaixo devido à falta de organização e estruturação do negócio. Por isso, preparamos esse conteúdo para sugerir algumas formas de empreender, motivá-lo a tirar suas ideias do papel e colocá-las em prática, obtendo sucesso. Acompanhe!

Quero empreender, mas não sei como começar!

Separamos algumas dicas fundamentais para qualquer negócio, que devem ser levadas em consideração antes de dar o pontapé inicial:

  1. Analise seus pontos fortes e o que gosta de fazer. Por exemplo, se você é ótimo em atividades manuais, como pintura e bordado, por que não investir nisso? Objetos artísticos podem ser usados como decoração, como presente ou como lembrança de um momento. Ou seja, você já possui o conhecimento para produzir algo que pode ser comercializado, o que reduz o investimento necessário no seu aperfeiçoamento. Assim, pense em atividades em que você seja bom, como ensinar, cozinhar, construir, e considere se é possível transformar essa habilidade em uma fonte de renda. 
  2. Atue no digital. Priorizar e investir no e-commerce é a melhor alternativa, tanto para a situação de isolamento social, que requer operações à distância, quanto pelo menor custo de entrada em qualquer mercado que escolher. Você pode usar as redes sociais como Instagram, TikTok, Facebook, WhatsApp e YouTube para vender seu produto ou serviço de forma gratuita. Além disso, atuar em um marketplace ou abrir um site próprio é uma ótima ideia para negócios um pouco mais avançados, pois há o custo de manutenção do site e de serviço dos parceiros logísticos. 
  3. Seja criativo. Analise a situação financeira das pessoas ao seu redor, entenda quais suas principais necessidades e como você pode supri-las. A melhor estratégia é buscar soluções inéditas, inovadoras, a fim de sair da “bolha” de produtos e serviços já existentes na sua região e trazer algo que realmente desperte o interesse de outras pessoas no seu negócio. Ao segmentar seu nicho, você minimiza as margens de erro, desenvolvendo produtos mais específicos para aquele grupo e obtendo maior sucesso. 
  4. Saiba se vender. Comunicar o seu negócio, produto ou serviço de forma atrativa faz toda a diferença na captação de clientes. Através das redes sociais, é possível criar conteúdos que chamem a atenção: fotos, vídeos, memes, gifs, animações… Aqui também entra a questão da identidade visual. É uma boa ideia definir cores, traços e temas que se relacionem a você, sua marca e seu produto, de forma a chamar a atenção e facilitar a identificação por parte dos consumidores, além de despertar o interesse naquilo que você tem a oferecer. 
  5. Administre suas finanças adequadamente. Não precisa ser uma grande empresa para cuidar das entradas e saídas de caixa: ter um bom controle sobre o dinheiro, anotando os fluxos financeiros, custos, despesas e lucros, é parte essencial de um negócio próspero. Assim, por menor que seja o valor, tome nota em uma planilha para poder planejar os próximos passos que você gostaria de dar com sua empresa.
  6. Dedique-se ao atendimento. Quando um cliente é bem recebido, valorizado e tratado com atenção, além de receber um produto de qualidade em troca do seu dinheiro, as chances de ele se tornar fiel são bem maiores. Dessa forma, preste atenção nas necessidades e no feedback dos seus consumidores, mantendo contato com eles e oferecendo produtos que se relacionem com seus desejos, de forma a criar um vínculo de longo prazo. 

Entendi. E quais oportunidades eu posso aproveitar? 

Separamos algumas alternativas para quem está procurando formas de lucrar. Estas atividades podem ser conduzidas de forma integral, mas também podem ser exercidas de forma paralela a algum outro trabalho. Confira algumas possibilidades para aumentar sua renda: 

  • Importação de produtos: um mercado com bastante potencial é o de produtos importados, visto que muitas das pessoas que costumavam viajar e adquiri-los fora do país deixaram de fazê-lo, abrindo espaço para a comercialização destes produtos no mercado nacional. A diversidade de itens que não são vendidos no Brasil é muito ampla, com destaque especial para alimentos, bebidas, cosméticos e perfumaria. Para identificar quais tipos de produtos são interessantes trazer para cá, é uma boa ideia estudar o mercado, identificar as necessidades do público-alvo e as tendências em outros países, buscando trazer essas inovações para o território nacional e aumentar sua competitividade. Todavia, não se esqueça de que a importação de produtos está sujeita a diversas normas, sobre as quais é possível saber mais aqui.
  • Dropshipping: esse nome, ainda não muito comum por aqui, significa a atuação como intermediário entre o fornecedor e o consumidor final, como praticado em grandes plataformas como a Amazon. Não é necessário possuir estoque, visto que os itens são comprados por encomenda. O consumidor não tem acesso ao fornecedor: o intermediário é com quem ele se relaciona, visto que o fornecedor produz itens que não são tão facilmente encontrados no mercado, tornando o seu papel ainda mais relevante. Sua tarefa é identificar produtos com potencial interesse do público, normalmente junto a fornecedores de outros países.   
  • Investimentos em aplicações e fundos, como ações e bolsa de valores. Se você tiver um objetivo de médio ou longo prazo, aplicar o dinheiro de forma consciente é uma boa ação com grandes chances de bons retornos. Todavia, o dinheiro deve ser depositado apenas após muitos estudos, análises e considerações das suas prioridades, objetivos, condições, etc. 
  • Confecção: apesar de também ter sofrido com a pandemia, investir na indústria têxtil é sempre uma boa alternativa devido a sua multiplicidade de nichos, como fitness, infantil, grávidas, lingerie, etc. Os serviços podem ser a domicílio ou online, e é possível, também, comercializar roupas usadas, como num serviço de brechó, visto que há plataformas para a venda de produtos de segunda mão na internet, como a OLX e o Enjoei. 
  • Alimentos: Vender comida sempre é uma oportunidade que costuma ter boa recepção: doces customizados, bolos de pote, sobremesas para eventos, marmitas congeladas, alimentos sem lactose, sem glúten, sem açúcar, são diversas as possibilidades que suprem necessidades cotidianas de diversos grupos de pessoas. Você pode vender no seu bairro, na sua escola, no seu trabalho… Não há restrições: além de poder vender presencialmente, você também pode comercializar pela internet e trabalhar com encomendas, anunciando seus produtos em redes sociais ou grupos e produzindo com base na demanda. 
  • Digital influencer: nos últimos anos, cresceu exponencialmente o número de personalidades famosas na internet, nos mais diferentes nichos de atuação. Blogueiras de beleza, de vida fitness, de moda, de marketing digital, de cultura pop… Há espaço para os mais diversos assuntos e interesses. Para criar um blog, apesar de indicado se você quiser crescer, não é necessário ter um propósito ou público-alvo específico, pois ele pode ser usado para fins pessoais, acadêmicos, profissionais, entre outros. Além disso, podem ter como fim promover sua imagem pessoal ou um negócio, oferecendo conteúdos relevantes ao seu público e gerando renda através do tráfego ou da realização de publicações e publicidades de parceiros, entre outras possibilidades.
  • Produção de conteúdo: elementos muito presentes em blogs, os posts com conteúdos relevantes visam construir uma imagem, consolidar autoridade em um determinado assunto, divulgar um negócio e atrair clientes, sendo um elemento fundamental das estratégias de marketing. Por seu grande uso, muitas empresas acabam terceirizando esse serviço, o que pode se tornar uma fonte de renda caso você seja bom com palavras e se interesse pela produção de textos personalizados.
  • Infoprodutos: outra possibilidade que ficou bastante conhecida no último ano, criar produtos digitais tornou-se uma atividade bem remunerada através da produção de cursos online, e-books, audiobooks, workshops, entre outros materiais consumidos de forma eletrônica. Seu objetivo primário é disseminar conhecimento, e esse negócio torna-se escalável, pois o potencial de vendas é ilimitado. O custo para desenvolver esses produtos é muito menor do que seria em suas versões físicas.
  • Marketing de afiliados: dentro da “economia” de infoprodutos, há várias funções que podem ser delegadas a outras pessoas, que podem atuar de forma comissionada – ou seja, se você não quiser ou souber criar um produto, você pode promovê-lo e faturar em cima disso. É assim que funciona o marketing de afiliados; qualquer usuário da internet pode obter uma renda extra em divulgar esses infoprodutos em plataformas online. O lucro é gerado através de cada venda por meio do seu link ou cupom de desconto, possibilitando até mesmo que você crie uma empresa apenas para divulgar livros, cursos ou demais materiais digitais.

E aí, deu para se inspirar em alguma das várias possibilidades para desenvolver seu próprio negócio ou lucrar em cima de oportunidades já existentes no mercado? Esperamos te motivar para empreender da forma que melhor se adéque à sua realidade. Conte com a Poli Júnior para dar o primeiro passo – ou todos os seguintes! 

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