Quais as etapas do Desenvolvimento de Softwares? Conheça agora

internúcleos poli Júnior

A Tecnologia da Informação vem tomando cada vez mais espaço nas mais diversas áreas das nossas vidas.

Boa parte das profissões e das resoluções de problemas em geral hoje requerem a utilização de softwares.

Pensando nisso, a Poli Júnior elencou uma série de informações a respeito do assunto.

Um bom software é criado por meio de um processo muito bem organizado e dividido, geralmente seguindo um padrão de etapas as quais trataremos ao longo deste artigo.

No entanto, para começar, é necessário entender melhor algumas coisas:

O que é Desenvolvimento de Softwares?

O software pode ser definido como todo programa rodado em um dispositivo eletrônico (computador, celular, tablet, smart TV, videogames, etc.) que permita o mesmo realizar suas funções.

Um processo de Desenvolvimento de Software é um grupo de ações ordenadas com o objetivo de definir, desenvolver, testar e manter um determinado software.

Durante o andamento dessas ações, é muito importante que o time de desenvolvedores esteja inteiramente ciente e de acordo com as expectativas do cliente final.

Por isso, desenvolver um software inclui definir o que vai ser feito, estipular os prazos, alocar os recursos (humanos e materiais) e seguir ou criar um padrão para o desenvolvimento.

Assim, garante-se um resultado positivo ao final dessa cadeia, de uma maneira rápida e otimizada.

Quais as principais etapas do Desenvolvimento de Softwares?

Atualmente, o mercado tecnológico dispõe de muitas metodologias, as quais vão se renovando ao longo do tempo, justamente por tratar-se de um ramo bastante competitivo e que exige rapidez em suas entregas.

O Desenvolvimento de Softwares é composto por diversos tipos de processos, geralmente divididos em seis principais fases, sendo elas:

#01. Diagnóstico

Essa é a fase em que as necessidades do cliente devem ser conhecidas, elaborando-se uma espécie de diagnóstico do problema a ser solucionado.

Nessa fase, sugere-se uma reunião inicial ou reunião de start do projeto, cujo objetivo seria repassar uma espécie de briefing do projeto.

Ou seja, nessa reunião os envolvidos deverão sair cientes do que o cliente precisa, quais as necessidades dele que precisam ser sanadas e também o quanto ele está disposto a investir em termos de tempo e capital.

Entender essa disponibilidade do cliente é essencial para podermos determinar de que maneira os recursos serão alocados no projeto em questão.

#02. Levantamento de Requisitos

Esse é o momento destinado para definir quais são os requisitos, funcionais ou não funcionais, do software a ser desenvolvido.

Os requisitos são como se fossem as necessidades do problema e deve-se tomar bastante cautela para que nenhum deles seja esquecido, principalmente porque há um risco considerável do projeto ser abandonado caso as necessidades do cliente não tenham sido bem compreendidas e, consequentemente, atendidas.

Por isso, é bem importante que todo o time envolvido no projeto participe dessa fase.

#03. Avaliação de viabilidade

Nessa etapa, as duas fases anteriores deverão servir como base para uma importante tomada de decisão: assumir ou não a responsabilidade de desenvolver o projeto.

Aqui, deve-se avaliar alguns pontos importantes:

  • Já existe alguma solução para o problema?

Muitas vezes há a pré-existência de soluções semelhantes ou até mesmo idênticas, que façam a mesma coisa, por um preço mais atraente, o que seria mais vantajoso para o cliente.

  • Existem frameworks e/ou códigos que possam ser reaproveitados no projeto?

Algumas vezes a solicitação é parecida com algum trabalho já desenvolvido que pode ser reaproveitado no novo projeto.

Antes de iniciar um projeto do zero, vale a pena dar uma olhada na internet e/ou até mesmo nas documentações de projetos anteriores para ver se há algo de aproveitável nelas.

  • Quantas pessoas e quais as capacidades ou as habilidades que serão necessárias para executar esse projeto?

É preciso saber o quanto de recurso humano será investido nesse projeto para avaliar se há disponibilidade na empresa, se há a necessidade de contratação de novos funcionários ou de terceirizados e se a equipe está capacitada para realizá-lo.

  • Quais os recursos e tecnologias que serão necessários para o desenvolvimento do projeto?

Aqui deve-se avaliar se haverá necessidade de recursos como banco de dados, serviços de nuvem, linguagens de programação e afins.

#04. Documentação

A documentação faz-se necessária por ser justamente a fonte pela qual o time de desenvolvedores irá se basear para realizar o projeto.

A princípio, documentar o projeto detalhadamente pode parecer pouco importante e muito burocrático, mas o objetivo é justamente garantir clareza na comunicação.

Por exemplo, além de servir como uma espécie de manual para o desenvolvimento, caso no meio do processo surja alguma dúvida ou problema, todos poderão consultar a documentação, onde as informações mais importantes estarão dispostas.

Vale salientar que a documentação ocorre durante todo o processo, uma vez que qualquer passo e/ou alteração do projeto deve ser documentada e explicada.

#05. Desenvolvimento

Aqui deve-se definir qual metodologia para a gestão do projeto deve ser adotada.

Hoje em dia, as metodologias ágeis são bastante populares nesse tipo de negócio justamente por garantirem mais rapidez nas entregas, mais transparência no processo, maior possibilidade de inspeção entre as etapas e mais adaptação e flexibilidade ao longo do desenvolvimento do projeto.

Um dos métodos ágeis mais conhecidos é o Scrum, criado nos Estados Unidos e atualmente adotado por muitas corporações.

Durante essa etapa é que o código do software será desenvolvido de fato.

E, de acordo com o planejado anteriormente, a equipe se organiza e executa as tarefas, seguindo a lógica da metodologia de gestão de projetos adotada.

#06. Testagem

Ao final de tudo isso existe a fase de testes, que é quando o código é testado internamente e todos os possíveis problemas são resolvidos até que o mesmo possa ser finalmente instalado no ambiente do cliente.

O responsável por testar as funcionalidades deverão conhecer bem as expectativas do cliente e colocar-se no lugar dele para fazer as correções necessárias.

Ao fim de todas essas etapas, espera-se que o software esteja pronto para ser apresentado e utilizado pelo cliente.

Um ponto importante é que deve-se ter bastante cuidado na proteção do projeto para que não corra-se o risco do mesmo ser perdido diante de algum problema.

Sempre que possível, um backups de segurança deve ser feito.

Além disso, é imprescindível que se tenha uma cópia de segurança salva e constantemente atualizada.

E é bem importante que haja um suporte que permita uma rápida recuperação do que for eventualmente perdido.

Problemas podem acontecer a qualquer momento e é fundamental que sua equipe esteja preparada para lidar com eles.

Seguir essas dicas é uma excelente maneira de reduzir possíveis danos à produção. 

Conclusão

Por fim, vale dizer que, embora seja comum que os processos relativos ao Desenvolvimento de Softwares sejam enxergados como demasiadamente complexos, quando divididos em etapas mais simples, eles passam a ser bastante facilitados.

Além disso, ao realizar as etapas separadamente, há maior probabilidade de que as expectativas do cliente sejam alcançadas, uma vez que isso garante maior qualidade, adaptabilidade e flexibilidade ao projeto.

Portanto, ao desenvolver um software, recomenda-se fortemente a adoção dessa sequência de etapas.

Esperamos que esse material tenha sido útil para você e, caso ainda reste alguma dúvida, entra em contato conosco!

Ficaremos contentes em poder ajudar!

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